quarta-feira, 19 de março de 2008

Atoleiros, pontes caindo, bueiros estourados e muitos buracos dificultam o tráfego nas duas rodovias federais que cortam a região oeste do Pará.

Paulo Leandro LealEspecial

Rodovias cujas obras de asfaltamento estão incluídas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), a BR-230 (Transamazônica) e BR-163 (Santarém-Cuiabá) nesta época do ano são sinônimas de lama, atoleiros e sofrimento. No final da semana passada, a reportagem do EcoAmazônia percorreu de carro 800 quilômetros das duas rodovias, entre os municípios de Santarém, Belterra, Rurópolis, Placas e Uruará. No percurso, noites inteiras em atoleiros e uma visão real da vida das pessoas que insistem em morar no entorno das rodovias abertas na década de 70 e abandonadas por sucessivos governos. [Matéria Completa]

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