O diretor do Centro de Recuperação de Itaituba (CRI), Márcio Ferreira, recusou-se a receber dezoito presos que foram transferidos da Cadeia Pública de Novo Progresso, região Oeste do Estado. Ferreira alegou não ter condições de receber os detentos porque o CRI está com a lotação esgotada.

Com capacidade para abrigar 130 detentos, o Centro abriga o dobro de presos, o que, segundo o diretor, impossibilita a casa penal de receber novos internos. “Infelizmente, nós não podemos abrigar esse pessoal. Nos solidarizamos com as condições da Cadeia Pública de lá, mas não podemos colocar em risco a segurança dos internos”, disse Márcio Ferreira.
Por outro lado, o delegado que coordenou a transferência disse que o diretor do CRI poderia ser responsabilizado criminalmente por estar desobedecendo a uma ordem da Justiça. “Nós estamos tentando reverter a situação, mas não encontramos solução, por enquanto”, resumiu o delegado.
A transferência dos presos de Novo Progresso para Itaituba foi determinada pelo juiz criminal daquela comarca, José Admilson Pereira. O juiz determinou a interdição da cadeia pública da cidade já que prédio não apresenta condições estruturais para abrigar os apenados.
Em Itaituba, os presos transferidos chegaram no início da tarde de sábado (11), mas, só à noite, depois de esperarem por mais de cinco horas, nove presos foram aceitos. O restante retornou no mesmo carro em que vieram, um ônibus de transporte escolar da Prefeitura.
O juiz Gleucival Zeed Estevão, da Vara Criminal de Itaituba, intermediou as negociações para que os presos fossem aceitos. “Nós temos que resolver essa questão por esfera superior. Temos que acatar uma decisão da Justiça, mas também não podemos colocar em risco a segurança na casa penal”, disse o juiz.

Com capacidade para abrigar 130 detentos, o Centro abriga o dobro de presos, o que, segundo o diretor, impossibilita a casa penal de receber novos internos. “Infelizmente, nós não podemos abrigar esse pessoal. Nos solidarizamos com as condições da Cadeia Pública de lá, mas não podemos colocar em risco a segurança dos internos”, disse Márcio Ferreira.
Por outro lado, o delegado que coordenou a transferência disse que o diretor do CRI poderia ser responsabilizado criminalmente por estar desobedecendo a uma ordem da Justiça. “Nós estamos tentando reverter a situação, mas não encontramos solução, por enquanto”, resumiu o delegado.
A transferência dos presos de Novo Progresso para Itaituba foi determinada pelo juiz criminal daquela comarca, José Admilson Pereira. O juiz determinou a interdição da cadeia pública da cidade já que prédio não apresenta condições estruturais para abrigar os apenados.
Em Itaituba, os presos transferidos chegaram no início da tarde de sábado (11), mas, só à noite, depois de esperarem por mais de cinco horas, nove presos foram aceitos. O restante retornou no mesmo carro em que vieram, um ônibus de transporte escolar da Prefeitura.
O juiz Gleucival Zeed Estevão, da Vara Criminal de Itaituba, intermediou as negociações para que os presos fossem aceitos. “Nós temos que resolver essa questão por esfera superior. Temos que acatar uma decisão da Justiça, mas também não podemos colocar em risco a segurança na casa penal”, disse o juiz.
(Mauro Torres/ Sucursal Diário do Pará de Itaituba)
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