O Tecladista do Grupo Forro Nativo e locutor da Rádio Cultura FM, Nildo Figueira, esteve na Delegacia Civil de Novo Progresso, na manhã desse dia 22/06 prestando depoimento sobre um fato ocorrido na madrugada do mesmo dia na saída de um evento dançante na Danceteria Chinóca. Segundo o cantor, um policial militar da corporação de Novo Progresso, chamado Castro, teria lhe ameaçado de morte, sacando o revólver e mirando em sua direção com a nítida intenção de atirar. Várias testemunhas confirmaram o fato na delegacia, podendo o fato levar a polícia a abrir um processo administrativo interno para apurar os fatos.
A discussão teria começado depois que o policial, que mesmo a apaizana, estava armado e se divertindo no local, onde teria ingerido bastante bebida alcoólica, dispensou tratamento com excesso de brutalidade à uma pessoa que dançava a frente do palco. Segundo o cantor Nildo Figueira, os cantores do grupo, vendo aquilo comentaram o fato no microfone, alegando que aquela pessoa seria deficiente, lamentando a atitude do PM. Na saída, por volta das 3 hrs da manhã, após concluir seu trabalho, Figueira foi abordado bruscamente pelo policial Castro, que jogou-lhe um copo de cerveja no rosto. Ao reagir, perguntando se o PM, “teria ficado louco de fazer aquilo”, o mesmo irritou-se mais ainda sacando o revólver e alçando mira em sua direção, com a intenção de mata-lo. O Cantor Cabeludo, que via do palco a confusão, comentou o assunto no microfone, criticando a ação do PM agressor. As pessoas que divertiam-se no local tomaram partido do cantor agredido e “foram pra cima” do policial. Nesse momento um outro policial, Sargento Aurismar interveio no conflito e impediu que seu colega atirasse no cantor Nildo, tomando-lhe a arma da mão. Acalmado os ânimos, o policial Castro foi levado embora na garupa de uma motocicleta. Segundo testemunhas, ao sair de moto o PM teria disparado duas vezes para cima. Na versão do Policial acusado de abuso de autoridade, só teria sacado a arma, porque os cantores, falando do microfone teriam incitado as pessoas contra eles, o que causou toda a confusão, obrigando-o a sacar o revólver com intuito de deefender-se. Com relação aos dois tiros que teria disparado, Castro se defendo dizendo que não houve tiro nenhum, que o barulho que foi ouvido, foram estalos causados pelo escapamento da moto, semelhantes a disparos de revólver.
A discussão teria começado depois que o policial, que mesmo a apaizana, estava armado e se divertindo no local, onde teria ingerido bastante bebida alcoólica, dispensou tratamento com excesso de brutalidade à uma pessoa que dançava a frente do palco. Segundo o cantor Nildo Figueira, os cantores do grupo, vendo aquilo comentaram o fato no microfone, alegando que aquela pessoa seria deficiente, lamentando a atitude do PM. Na saída, por volta das 3 hrs da manhã, após concluir seu trabalho, Figueira foi abordado bruscamente pelo policial Castro, que jogou-lhe um copo de cerveja no rosto. Ao reagir, perguntando se o PM, “teria ficado louco de fazer aquilo”, o mesmo irritou-se mais ainda sacando o revólver e alçando mira em sua direção, com a intenção de mata-lo. O Cantor Cabeludo, que via do palco a confusão, comentou o assunto no microfone, criticando a ação do PM agressor. As pessoas que divertiam-se no local tomaram partido do cantor agredido e “foram pra cima” do policial. Nesse momento um outro policial, Sargento Aurismar interveio no conflito e impediu que seu colega atirasse no cantor Nildo, tomando-lhe a arma da mão. Acalmado os ânimos, o policial Castro foi levado embora na garupa de uma motocicleta. Segundo testemunhas, ao sair de moto o PM teria disparado duas vezes para cima. Na versão do Policial acusado de abuso de autoridade, só teria sacado a arma, porque os cantores, falando do microfone teriam incitado as pessoas contra eles, o que causou toda a confusão, obrigando-o a sacar o revólver com intuito de deefender-se. Com relação aos dois tiros que teria disparado, Castro se defendo dizendo que não houve tiro nenhum, que o barulho que foi ouvido, foram estalos causados pelo escapamento da moto, semelhantes a disparos de revólver.
Por: Edio Rosa
Lamentável o acontecido!
ResponderExcluir1º - Polícia militar só usa arma a paisana se estiver em missão (disfarçado) ou se tiver porte de arma;
2º - O uso de arma com o devido porte, mesmo para POLICIAIS MILITARES é vedado em locais de agromeração de pessoas, eventos festivos, bares e similares;
3º - É COVARDE aquele que se diz homem e precisa de uma arma pra se impor.
Castro, "PEDE PRA SAIR, PEDE PRA SAIR!!!"
Você envergonha a corporação!
Parabéns ao nosso sargento Aurismar, que se portou como um verdadeiro policial, agindo com hombridade e justiça.
Prefeita Madalena, já que a senhora solicitou transferência de alguns elementos da PM de Novo Progresso, por favor, inclua esse desequilibrado na lista, pois é uma vergonha nossa cidade conviver com tais pessoas que representam o poder do Estado e agem de acordo com sua (má) vontade e (des)preparo.
Policial armado e bêbado??? Só em Novo PRogresso mesmo!!! Vergonhoso...
ResponderExcluira prefeita solicitou transferência de alguns elementos da PM de Novo Progresso ??? por quê?
ResponderExcluirEsse elemento já é conhecido lá em Itaituba pelo seu mau comportamento na polícia. Ele já fez esse tipo de coisa antes...
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